

Beijing — A China se tornou um importante centro de inovação e mercado-alvo para a tecnologia de interface cérebro-computador (BCI, na sigla em inglês), de acordo com um relatório divulgado no Fórum Zhongguancun realizado recentemente em Beijing.
O relatório mostrou que os avanços em áreas como imagem, microeletrônica, IA e neurociência contribuíram para o progresso notável na compreensão da função cerebral e interação, bem como oportunidades de negócios emergentes.
Zhang Qian, engenheiro sênior da Academia Chinesa de Tecnologia da Informação e Comunicações, disse que a biomedicina, ciência dos materiais, eletrônica e outras disciplinas estabeleceram uma boa base para a fabricação de eletrodos implantáveis, e o microeletrodo neural implantável entrou na fase de inovação iterativa.
Segundo o relatório, a China responde por 35% dos pedidos de patentes globais para a tecnologia de aquisição e sensoriamento não implantáveis, enquanto as patentes para Codificação Canônica Huffman vieram principalmente da China, Estados Unidos, República da Coreia e Japão.
A BCI tem vantagens óbvias no tratamento da doença de Parkinson, depressão e outras doenças, atraindo a atenção do capital nacional e estrangeiro, observou Zhang.
(251227) -- SHENZHEN, Dec. 27, 2025 (Xinhua) -- A robot distributes gifts to visitors during a robot skills competition in Shenzhen, south China's Guangdong Province, Dec. 27, 2025. The robot skills competition kicked off here on Friday and will last till Dec. 30, 2025. Over 100 teams participate in robot application matches ranging from industrial manufacturing, healthcare to emergency rescue scenarios. (Xinhua/Wang Feng)