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17 de Maio, Dia Internacional contra a homofobia.

 

Por: Lucas Lemos

A data foi marcada pela retirada da homossexualidade do rol de doenças da organização Mundial da saúde (OMS) em 1990. Então o mês de maio e em especial o dia 17 ficou marcado para a comunidade LGBTQIA+.

Esses últimos 32 anos após a retirada da homossexualidade como uma doença (CID) foram marcados por lutas, conquistas e garantias de direito. Mas mesmo depois de tantos anos de luta e conquistas, ainda hoje pelo menos 69 países ainda criminalizam qualquer atividade consensual entre pessoas do mesmo sexo, conforme relatório publicado em dezembro do ano passado pela International Lesbian, Gay, Bisexual, tras and intersex Association. Nestes países as pessoas do mesmo sexo que se relacionam podem ser presos ou até serem condenados à morte.

O Brasil criminalizou a homofobia, em 2019. Mas mesmo depois da decisão judicial, o Brasil ainda registra diversos números de mortes e agressões contra a população LGBTQIA.

A cada hora, uma pessoa LGBTQIA+ vítima de agressão física no país, de acordo com o os dados do Sistema Único de Saúde (SUS). No ano de 2020 foram assassinadas 175 pessoas transexuais no Brasil.

Já com o levantamento da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA). O número representa aumento de 29% em relação às 124 mortes registradas em 2019, ou seja, uma transexual morta a cada 48 horas no Brasil.

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