

A comunidade Oziel, em Campinas, virou palco para a arte e para a inclusão social.
O Instituto CPFL inaugurou dois novos projetos culturais na região: a Escola Olodum Campinas e o Núcleo de Dança Cisne Negro.
Ao todo, serão 400 vagas gratuitas para moradores da comunidade.
SOUNDBITE – Daniela Ortolani Pagotto – Head do Instituto CPFL Energia
“A gente está trazendo o balé cisne negro, uma das maiores companhias de balé aqui do país, que fica em São Paulo, pela primeira vez aqui pra Campinas. E estamos trazendo a escola Olodum que veio lá de Salvador, é uma escola que já tem mais de quarenta anos e estamos trazendo pela primeira vez aqui no estado de São Paulo.”
A abertura reuniu autoridades, representantes culturais e moradores, em um evento marcado por apresentações de dança, música e muita interação com o público.
Enquanto representantes do Olodum falavam sobre o impacto social do projeto, o ritmo dos tambores mostrava como a música pode aproximar pessoas e fortalecer a identidade cultural da comunidade.
Segundo o presidente institucional do Olodum, Marcelo Gentil, a proposta vai além das aulas de percussão. A ideia é fortalecer a autoestima, o sentimento de pertencimento e criar novas perspectivas de futuro para crianças e jovens da região.
SOUNDBITE – Graciela Soares – Professora
“Eu acredito muito no poder que a música tem. Acredito muito no poder da arte no geral, mas como eu sou professora de música, eu tenho percebido que realmente trabalhar com música transforma vidas.”
A dança também ganhou espaço no projeto. O Núcleo Cisne Negro chega com aulas voltadas ao desenvolvimento artístico e pessoal dos alunos.
Durante o evento, representantes da companhia destacaram a importância da arte na formação das crianças e adolescentes, incentivando disciplina, expressão e novas oportunidades.
SOUNDBITE – Jorge Leal – Vice Presidente da Cisne Negro Cia de Dança
“Para nós, a cultura é justamente essa integração concreta, com perspectiva de formação, acesso e possibilidade para escolher um futuro desejável.”
A professora do balé acredita que iniciativas como essa ajudam a revelar talentos e a fortalecer os vínculos entre China e Brasil.
SOUNDIBTE – Daniela Fortunato – Professora
“Eu acredito muito que sejam países parceiros e que tem muito, o Brasil tem muito a aprender com a China e poder crescer com a ajuda da China. Eu acho que a gente tem um potencial ainda inexplorado, principalmente no público de pessoas, de talentos, em que a gente precisa dessa sementinha ser plantada para ela que ela floresça. Então eu acredito muito nesse crescimento em conjunto dos dois países possibilitando grandes coisas.”
Gustavo Estrella, Diretor Presidente da CPFL Energia, falou sobre os objetivos da iniciativa e a importância de ampliar o acesso à cultura em regiões periféricas.
SOUNDBITE – Gustavo Estrella – Diretor Presidente da CPFL Energia
“A nossa ambição, é para que a gente cresça cada vez mais esse projeto. Cada vez mais a gente influencie positivamente a comunidade e que a gente faça parte do processo de transformação entre não só a comunidade, mas o nosso país inteiro que precisa.”
Para os alunos, o projeto representa uma oportunidade de aprendizado e transformação.
SOUNDBITE – Anna Karollyni da Silva Lima – Aluna
“Eu espero várias apresentações, vários aprendizados, que achei incríveis os 2 projetos e eu vou participar dos 2 projetos. Vou participar do balé e do Olodum. Achei incrível e eu amei. Eu vou participar.”
A deputada Valeria Bolsonaro também participou da inauguração e ressaltou como a música pode contribuir para o desenvolvimento infantil.
SOUNDBITE – Valéria Bolsonaro – Deputada
“Ela transforma todo o desenvolvimento da criança. A dança e a música ajudam muito. Transformam e facilitam a alfabetização das nossas crianças.”
No ritmo da percussão e nos movimentos sincronizados, os jovens começam a descobrir novas possibilidades.
SOUNDBITE – David Rodrigues Xavier – Aluno
“Resolvi se matricular na escola de Olodum por causa que eu gosto muito de dança, música e de aprender novas coisas.”
Na comunidade Oziel, música e dança passam agora a fazer parte da rotina — como ferramentas de inclusão, expressão e esperança.