Mercado de celulares da China resfria no segundo trimestre, diz relatório

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Mercado de celulares da China resfria no segundo trimestre, diz relatório

Um passageiro tira fotos com seu celular inteligente no trem de alta velocidade D4385 em 26 de dezembro de 2020. (Xinhua/Tang Rufeng)

Beijing, 2 ago – O mercado de celulares da China resfriou no segundo trimestre deste ano, com as remessas diminuindo 17% ano a ano, para 74,9 milhões de unidades, de acordo com um relatório do setor.

O fabricante chinês de smartphones Vivo assumiu a liderança com uma remessa de mercado de 18,2 milhões de unidades no período de abril a junho, enquanto a Oppo seguiu com 16 milhões de unidades, mostraram os dados da consultoria de pesquisa de mercado de tecnologia Canalys.

Xiaomi, outra marca chinesa, assumiu o terceiro lugar em termos de remessas, substituindo a Huawei. Foram expedidas 12,6 milhões de unidades durante o período, enquanto a Apple ficou em quarto lugar com uma remessa de 7,8 milhões de unidades.

A Huawei, pela primeira vez em mais de sete anos, caiu dos cinco primeiros lugares entre os fabricantes de smartphones no mercado doméstico, disse a Canalys.

“As marcas de smartphones estão competindo ferozmente para explorar o declínio da Huawei e estão adquirindo proativamente recursos canalizados e lançando novos produtos segmentados”, comentou a analista de pesquisa da Canalys, Amber Liu.

Além disso, a onda de atualizações de smartphones 5G começará a diminuir, já que uma grande proporção de consumidores já se converteu para a última geração da rede, afirmou Liu.

No primeiro semestre do ano, o continente chinês vendeu 167 milhões de unidades de smartphones, uma queda de 9,9% ante 2019, mostraram os dados.

Nicole Peng, vice-presidente da Mobilidade, considera que ainda há sinais positivos para a segunda metade de 2021.

A participação de mercado coletiva dos cinco principais fornecedores caiu de 95% no segundo trimestre do ano passado, quando a Huawei ainda dominava, para 82% em 2021, de acordo com a Canalys.

Com o novo cenário competitivo, Nicole Peng acredita que a diversidade e a competição estimularão o mercado chinês.

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