Superliga Europeia: Confira os times a favor da competição

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Superliga Europeia: Confira os times a favor da competição

Foto: Kemal Can Aytekin por Pixabay

Por: Vitória Queiroz

Depois de muitas especulações, na noite do último sábado (18), foi criada a Superliga Europeia. A competição que promete movimentar o futebol europeu terá a participação dos maiores clubes da região e poderá colocar em risco a Champions League e a UEFA. Ainda não existe data para a primeira edição , o que ainda está sendo discutido com a FIFA.

TIMES

Alguns clubes mostraram interesse de se desvincular de outras competições europeias e criarem sua própria Superliga, que funcionaria com 20 times, sendo 15 clubes permanentes e 5 que participariam por conquistas do ano anterior.

Os times que mostraram interesse foram os espanhóis Real Madrid, Barcelona e Atlético Madrid, os italianos  AC Milan, Inter de Milão e Juventus. Além  de times ingleses do grupo conhecido como ‘’ Big Six’’ , Arsenal, Chelsea, Manchester City, Manchester United, Liverpool e Tottenham Hotspur, que disputam a Premier League.

O time da França, Paris-Saint-German não está no projeto. Equipes da Alemanha como o Borussia Dortmund e o Bayern de Munique, que inclusive foi campeão da Champions de 2020, são contra a competição. Os dois times que jogam a Bundesliga são a favor de um novo formato da Champions, que foi aprovado ontem (19).

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DINHEIRO

Devido  à pandemia, a economia no mundo se encontra fraca. No setor de esportes, incluindo o futebol não é tão diferente. Os campeonatos europeus estão perdendo cada vez mais dinheiro por falta de público nas arquibancadas. Presidentes de clubes buscam por novos contratos de transmissão de jogos, além de outros caminhos que compensem financeiramente.

Com isso, há sugestões que a criação da Superliga Europeia teria sido aceita por clubes como uma forma de recompensa financeira. O comunicado dos 12 times participantes afirmou:

‘’ Este novo evento anual proporcionará um crescimento económico significativamente superior, permitindo apoiar o futebol europeu através de um compromisso a longo prazo de que as contribuições para a solidariedade cresçam em linha com as receitas da nova liga europeia. Os pagamentos de solidariedade serão superiores aos gerados atualmente pelo sistema europeu de competição e que se prevê que ultrapassem os 10 mil milhões de euros ao longo do período de compromisso dos Clubes. Por outro lado, a nova competição será erguida com critérios financeiros de sustentabilidade, já que todos os Clubes Fundadores comprometem-se a adoptar um limite de gastos. A troco desse compromisso, os Clubes Fundadores receberão, coletivamente, um pagamento único de 3.500 milhões de euros, destinados em exclusivo à realização de planos de investimento em infraestrutura e compensação do impacto da pandemia do COVID.’’

 REPERCURSSÃO

Pouco tempo após a Superliga ser anunciada, muitos torcedores e até jogadores e clubes que participariam da competição se pronunciaram através de suas redes sociais de forma negativa sobre o novo projeto.

No twitter, o alemão Mesut Ozil, campeão da Copa do Mundo de 2014, publicou o seguinte post, onde diz ” crianças crescem sonhando jogar a Liga dos Campeões e a Copa do Mundo – não uma Superliga. O prazer dos grandes jogos é que eles acontecem apenas uma ou duas vezes por ano, não todas as semanas”.

 

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