

Beijing, 19 abr (China) — Os Estados Unidos têm caluniado repetidamente a China ao fabricar alegações de “trabalho forçado” em Xinjiang, mas os fatos mostram que o rótulo de “trabalho forçado” pertence aos próprios Estados Unidos, disse nesta segunda-feira Wang Wenbin, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês.
Ele fez as observações em uma coletiva de imprensa ao responder a uma pergunta sobre a declaração emitida por um grupo de especialistas de direitos humanos das Nações Unidas, dizendo que o programa antiterrorismo dos Estados Unidos, “Recompensas pela Justiça”, está violando os direitos humanos de alguns indivíduos-alvo.
Com base em suspeita de participação em atividades terroristas, os Estados Unidos coagiam frequentemente pessoas de outros países a cooperar com o país contra a vontade delas, ameaçando-as com sanções e outros meios coercitivos, o que se enquadra sob o “trabalho forçado” definido pela Organização Internacional do Trabalho, disse Wang.
Observando que esses atos violam o direito ao trabalho, a liberdade de movimento e a reputação das pessoas em causa e violam seriamente o espírito humanitário e o direito internacional, Wang disse que especialistas relevantes sobre mecanismos especiais também disseram que levantaram as preocupações acima mencionadas com o governo dos EUA muitas vezes, mas não receberam resposta até o momento.
“A China insta os Estados Unidos a ouvir as preocupações da comunidade internacional, examinar seus próprios problemas graves de direitos humanos e tomar medidas concretas para melhorá-los”, disse o porta-voz.
(250609) -- CHONGQING, June 9, 2025 (Xinhua) -- Tourists take a cruise ship to enjoy the night view in southwest China's Chongqing Municipality, May 28, 2025. In recent years, Chongqing has made efforts to enrich its consumption forms in line with its existing tourism resources, as a way to provide better consumption experience for customers and unleash market potential. (Xinhua/Wang Quanchao)