Países do BRICS fortalecem cooperação científica nas áreas oceânica e polar durante reunião no Brasil

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Países do BRICS fortalecem cooperação científica nas áreas oceânica e polar durante reunião no Brasil

Rio de Janeiro – Representantes do Brasil, Índia, China, Rússia, África do Sul, Egito e Emirados Árabes Unidos se reuniram em Brasília na 7ª Reunião do Grupo de Trabalho do BRICS sobre Ciência e Tecnologia Polar e Oceânica para discutir a cooperação científica para enfrentar os desafios climáticos e promover o desenvolvimento sustentável por meio do conhecimento compartilhado e da inovação tecnológica.

Durante o encontro, os países compartilharam experiências em monitoramento oceânico e polar, abordando temas como meteorologia, biodiversidade marinha, previsão climática e prevenção de desastres. “Foi um momento de verdadeiro intercâmbio científico e tecnológico”, disse Leandro Pedron, diretor do Departamento de Programas Temáticos do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI).

Desde 2018, o grupo trabalha em cinco áreas prioritárias: modelagem atmosférica e oceânica, pesquisa polar, biodiversidade marinha, processos do fundo do mar e ambientes costeiros. O objetivo é gerar conhecimento compartilhado e aprimorar a capacidade de antecipação a eventos extremos, como os recentes desastres no sul do Brasil.

A cooperação se torna especialmente relevante diante de desafios comuns, como a escassez de dados em tempo real, redes de monitoramento limitadas e a necessidade de melhorar os sistemas de modelagem. China, Índia e Rússia destacaram desafios semelhantes, enfatizando a importância de trabalhar juntos. “A cooperação científica não é apenas desejável, é essencial. A ciência como meio e como solução”, disse Pedron.

O evento também discutiu o recém-lançado Centro Internacional de Pesquisa de Recursos Marinhos Profundos do BRICS na China, que busca fortalecer a inovação tecnológica, desenvolver talentos e aumentar a influência do grupo na governança global dos oceanos.

O segundo dia incluiu uma visita técnica à Comissão Interministerial de Recursos do Mar (CIRM) da Marinha do Brasil. Por meio de um tour virtual, os participantes conheceram a Estação Antártica Comandante Ferraz, em atividade desde 1982. O Contra-Almirante Ricardo Jaques Ferreira destacou a tecnologia de ponta da estação, com laboratórios avançados e soluções sustentáveis, como a energia solar.

Os delegados ficaram impressionados com a infraestrutura e reafirmaram seu compromisso com o fortalecimento da cooperação científica. A reunião também pediu maior conscientização pública sobre a importância dos oceanos e regiões polares para a vida no planeta.

O encontro no Brasil reforça o papel do BRICS como uma plataforma estratégica para abordar conjuntamente os desafios ambientais globais por meio da ciência e da tecnologia.

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