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A celebração no mês do orgulho LGBTQ

Em primeiro de Junho, se da início ao mês do orgulho LGBTQ+ no mundo. A data que foi escolhida porque marca a rebelião de Stonewall em 69, traz à comunidade um mês de reflexão, luta e comemoração, e em tempos como este, onde as celebrações não podem sair às ruas, os internautas compartilham suas histórias e celebram pela internet.

Entre postagens e comentários, as redes sociais estão repletas de bandeiras e histórias sobre a representatividade lgbtq, mas além disso também somos lembrados de como essa comunidade teve que lutar para conquistar seu espaço, que ainda hoje, não é um grande espaço.

A rebelião de Stonewall por exemplo, para por um pouco de contexto histórico, em 60 qualquer tipo de demonstração de afeto entre pessoas do mesmo sexo era estritamente proibida, e os lgbts da época sofriam constante ataque da polícia ao serem flagrados. A rebelião que tomou conta em 69 foi um grande, se não um dos maiores, atos a favor da legalização da comunidade gay, foi uma rebelião que mudou o percurso da história.

São em dias como esse principalmente que os internautas lembram dessa revolução e como a mesma começou a pavimentar o caminho da liberdade para a comunidade. Além disso, existem outras histórias e momentos icônicos relembrados, ícones lgbts como Elton John, e ícones mais atuais como Lil Nas X e Pabllo Vittar.

Além do lado bonito e forte que floresce na internet para nos lembrar da beleza da diversidade, nos é lembrado também o custo de se assumir lgbt no Brasil e no mundo. Mesmo com progresso sendo feito, o Brasil continua sendo o país que mais mata transsexuais no mundo. Rejeição familiar, marginalização econômica e impunidade explicam a alta contínua dos números. No resto do mundo ainda existem cerca de 70 países onde ser lgbt é proibido.

No fim das contas, a importância da diversidade e inclusão no mercado de trabalho, dia a dia, artes e outros setores, ajudariam a desconstruir os pré conceitos sobre a comunidade. É isso que a comunidade sempre quis, e continua querendo, visto que tão pouco progresso foi feito. Enquanto não se pode fazer muito nas ruas, se espera que mudanças sejam feitas em cada um partindo de vontade própria, para entender e a luta desse povo e se aliar a um mundo mais propenso à aceitação e respeito ao próximo.

Por.: Inaê Brito

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